sábado, 30 de maio de 2009

Avaliação: uma prática em busca de novos Sentidos

AVALIAÇÃO: uma prática em busca de novos sentidos, escrito por Maria Tereza Esteban Editora: DP&A/Lamparina

Um tema tão polêmico como a avaliação não podia passar em branco. Algumas citações do livro são muito interessantes, talvez seja isso que nossos alunos pensam...

*O prazer de aprender desaparece quando a aprendizagem é reduzida a provas e notas (p.41)
*.O exame é um instrumento a partir do qual se reconhece administrativamente um conhecimento, mas igualmente reconhece que o exame não indica realmente qual é o valor do sujeito (p.54)
*É habitual que tantos estudiosos da educação como qualquer pessoa comum pensem que o exame é um elemento inerente a toda ação educativa. Isto é, é natural pensar que depois de uma aula os estudantes devem ser examinados para valorar se adquiriram o conhecimento apresentado. Um estudo sobre a historia do exame nas práticas pedagógicas mostraria a falsidade desta afirmação:
1) O exame foi um instrumento criado pela burocracia chinesa para eleger membros das castas inferiores.
2) Existem inúmeras evidências de que antes da Idade Média não existia um sistema de exames ligados à prática educativa.
3) Atribuições de notas ao trabalho escolar é herança do século XIX à pedagogia, herança essa que produziu inúmeros problemas que enfrentamos até hoje (p.55)

*A angustia surge da consciência que o docente tem sobre a dificuldade de representar com um número o que ocorreu num sujeito. Espero que seja angústia e não prazer (p.81)
*A avaliação faz parte do ato educativo, do processo de aprendizagem. O desafio que as escolas têm proposto si próprias como:
- Anotações sobre as produções dos alunos
- Registro de observações ou produções dos alunos
- dossiê
- Relatórios descritivos de desempenho individual.
- Auto avaliação do aluno, do grupo, da turma, dos educadores
- Reuniões pais/alunos/professores para análise do dossiê pela família “ver pelo olhar da família”
- Conselhos de classe, etapa/ciclo/participativo
- Assembléia avaliativas
- Reuniões pedagógicas (p.134)

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Charles Chaplin

Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém. Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, "quebrei a cara muitas vezes"! Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo). Mas vivi, e ainda vivo! Não passo pela vida… E você também não deveria passar! Viva! Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é "muito" pra ser insignificante.
Charles Chaplin

Reflexão sobre novas tecnologias

Após muitas discussões sobre tecnologias em sala de aula, começa nas escolas um movimento para que novas formas de dar aulas cheguem aos alunos, pois uma das reclamações dos nossos alunos é a falta de oportunidade referente essas novas tecnologias, tudo avança e nas escolas a maneira é sempre a mesma: Professor falando, aluno ouvindo. Nossos alunos hoje estão superligados, esperam que algo novo aconteça e que a motivação para o estudo dê uma nova aquecida.
As novas tecnologias estão surgindo, ajudando o professor, colocando mais interesse nos alunos.
As aulas ficarão mais interessantes pois os alunos poderão descobrir muito mais do que o professor passa, podem ir mais além, buscar conhecimentos, fazer ligações entre os assuntos, estar inserido no ambiente do aluno.
Novas tecnologias então passam a serem vistas como salvador, onde era somente isso que estava faltando...

Novo olhar para Educação

Realizar...

Santos Dumont sonhou, pensou, trabalhou, realizou e conseguiu o objetivo de uma águia. Muitos realizadores sonharam e não alcançaram.


Um educador/educadora sonha realizar o sonho dos outros com eficiência.

Desta eficiência sonhada surge médicos, arquitetos, engenheiros, empresários, novos professores e tantas outras profissões que o mundo solicita.

Como a águia que renova o bico para “reviver” novas experiências, o professor/professora, renova o conhecimento a cada dia para “plantar” o melhor em cada ser humano que passa por sua vida. O sonho de “ser feliz” prevalece a cada sorriso do “eu sei fazer” e este é o maior ideal de um mestre.


Mapa Conceitual


Sobre Tecnologias e Educação Digital