Iniciamos este ano um curso a Distância de Educação Fiscal,para finalizarmos apresentamos um projeto, achei pertinente o tema já que estamos em falta disso, é um trabalho sobre ética.
Tema: Quero um Brasil Melhor..
2) Justificativa:
Pensando nisso nosso trabalho será com os alunos do ensino fundamental, pois acreditamos que ainda não estão contaminados com os vícios que afetam os adultos.
3) Objetivo Geral
- Conhecer todos os lugares onde a ética deve ser usada, tornando um elemento fundamental para nossa vida.
3.1) Objetivo Específico
- Estimular o uso da ética no dia a dia
4)Fundamentação teórica
Ética é uma característica humana e por esta razão é um elemento vital na produção da realidade social. Todos nós possuímos um senso ético, uma espécie de consciência moral, estamos constantemente avaliando, julgando nossas ações para saber se são boas ou más, certas ou erradas.
O Brasil tem potencial para ser totalmente organizado, mas ao invés disso está vivendo uma política corrupta, gente recebendo propina, divisão do país em raças e essa maldita herança do jeitinho brasileiro.
Mas ainda temos esperança de vê-lo ético, com caráter, onde as pessoas se sintam cidadãs.
5) Metodologia
- Passar um vídeo sobre ética para os alunos “ Uma pescaria inesquecível”
- Fazer uma enquete sobre o que entenderam por ética e exibi-lo numa reunião depais, professores e reunião pedagógica.
- Confecção de um mural sobre ética
6) Cronograma
Será trabalhado durante o ano de 2010
7) Referências Bibliográficas
Disponível em www.tpd2000.vilabol.uol.com.br – ÉTICA – acesso em 17/11/2009
Projeto apresentado pelas alunas: Angela Paolin Tancon e Fabiana L. Pamplona Theiss para o curso de Educação Fiscal realizado em novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Os alunos do Ensino fundamental e a participação da familia nesse periodo
Os Alunos do Ensino Fundamental e a participação da família nesse período – suas implicações
Em pleno séxulo XXI precisamos recuperar urgentemente o papel da família, não podemos deixar que esqueçam que é da família a responsabilidade de orientar, proteger os filhos e também de acompanhá-los em sua jornada escolar. Existe à necessidade de estudarmos o assunto, pois tanto a escola como a família precisam saber que aluno/filho necessitam de um lugar agradável, seguro e para isso precisar se colocar lado a lado, deve haver cooperação, nunca discordar, criticar a escola, pois a criança se aproveita dessa divergência para conquistar o que é mais cômodo para ela, o afastamento da família do ambiente escolar, pois assim não será preciso que a criança assuma seu papel de aluno. Estamos assistindo hoje, transferências de funções, assim o resultado é que as escolas perdem seu foco principal e a família perde a sua função, se não tomarmos providências , podemos estar sendo cúmplices de um desastre. Conforme o livro de Dante Donatelli (acima) “a conjugação de trabalho fora de casa, vida em grandes centros urbanos, meios de comunicação de massa e exigüidade de tempo disponível para se aproximar dos filhos, deixou a família do pós-guerra um fardo bastante pesado de ser carregado por seus pares, conduziu a um lento e gradual distanciamento”.
Os pais desconhecem seus filhos, pois o tempo disponível gira em torno do trabalho, descanso, afazeres domésticos. A família hoje está muito frágil perante si mesma, não tolera mais nada.
Monografia apresentada para obtenção do título de Especialista em Psicopedagogia Institucional para Angela Paolin Tancon em 2007
Em pleno séxulo XXI precisamos recuperar urgentemente o papel da família, não podemos deixar que esqueçam que é da família a responsabilidade de orientar, proteger os filhos e também de acompanhá-los em sua jornada escolar. Existe à necessidade de estudarmos o assunto, pois tanto a escola como a família precisam saber que aluno/filho necessitam de um lugar agradável, seguro e para isso precisar se colocar lado a lado, deve haver cooperação, nunca discordar, criticar a escola, pois a criança se aproveita dessa divergência para conquistar o que é mais cômodo para ela, o afastamento da família do ambiente escolar, pois assim não será preciso que a criança assuma seu papel de aluno. Estamos assistindo hoje, transferências de funções, assim o resultado é que as escolas perdem seu foco principal e a família perde a sua função, se não tomarmos providências , podemos estar sendo cúmplices de um desastre. Conforme o livro de Dante Donatelli (acima) “a conjugação de trabalho fora de casa, vida em grandes centros urbanos, meios de comunicação de massa e exigüidade de tempo disponível para se aproximar dos filhos, deixou a família do pós-guerra um fardo bastante pesado de ser carregado por seus pares, conduziu a um lento e gradual distanciamento”.
Os pais desconhecem seus filhos, pois o tempo disponível gira em torno do trabalho, descanso, afazeres domésticos. A família hoje está muito frágil perante si mesma, não tolera mais nada.
Monografia apresentada para obtenção do título de Especialista em Psicopedagogia Institucional para Angela Paolin Tancon em 2007
A criatividade da criança no ambiente escolar
A criatividade da criança e o Ambiente Escolar
Pertencemos a uma sociedade que nos transmite desde cedo, que temos a necessidade de controlar emoções, esconder a curiosidade para evitar situações embaraçosas, criticamos nossas próprias idéias e que a inspiração e a criatividade estão presentes somente em algumas pessoas; isso despertou interesses em diversas áreas, mas numa delas nos chamou mais atenção, a escola que sempre deveria estar buscando, se dedicando ao novo, é o que permanece mais voltada ao passado, dessa forma então, como a escola pode incentivar as crianças a acreditar no seu potencial criativo, ou o ambiente escolar pode ser uma ameaça?
Na escola encontramos barreiras à criatividade através dos métodos e formas de ensinos utilizados, o desenvolvimento da criatividade, dependerá das mudanças de atitudes, tanto por parte dos professores como dos alunos, para que isso seja possível é preciso criar necessidades para o pensamento criativo, prever os períodos de incubação, de ativação, propiciar fontes geradoras de novas idéias, encorajar o pensamento do aluno até o fim, desenvolver a crítica e aquisição de conhecimentos em diversos campos.
“Muitas pessoas não aprendem e não crescem porque não querem pensar. Quanto mais nosso cérebro é exigido, mais poderoso fica, quanto menos exigido, mais preguiçoso. Por isso, os desafios são tão importantes. Quando você aprende uma nova atividade ou enfrenta um desafio intelectual, utiliza noventa por cento da força de seu cérebro, quando realiza atividades repetitivas usa apenas cinco por cento”(SHINYASHIKI,2002,p.49)
Os assassinos da criatividade nas criaças, que inibem: Vigilância, avaliação, competição, controle excessivo, restrições de escolas, pressões.
TCC apresentado para o curso de Pedagogia por Angela Paolin Tancon em jul/2004
Pertencemos a uma sociedade que nos transmite desde cedo, que temos a necessidade de controlar emoções, esconder a curiosidade para evitar situações embaraçosas, criticamos nossas próprias idéias e que a inspiração e a criatividade estão presentes somente em algumas pessoas; isso despertou interesses em diversas áreas, mas numa delas nos chamou mais atenção, a escola que sempre deveria estar buscando, se dedicando ao novo, é o que permanece mais voltada ao passado, dessa forma então, como a escola pode incentivar as crianças a acreditar no seu potencial criativo, ou o ambiente escolar pode ser uma ameaça?
Na escola encontramos barreiras à criatividade através dos métodos e formas de ensinos utilizados, o desenvolvimento da criatividade, dependerá das mudanças de atitudes, tanto por parte dos professores como dos alunos, para que isso seja possível é preciso criar necessidades para o pensamento criativo, prever os períodos de incubação, de ativação, propiciar fontes geradoras de novas idéias, encorajar o pensamento do aluno até o fim, desenvolver a crítica e aquisição de conhecimentos em diversos campos.
“Muitas pessoas não aprendem e não crescem porque não querem pensar. Quanto mais nosso cérebro é exigido, mais poderoso fica, quanto menos exigido, mais preguiçoso. Por isso, os desafios são tão importantes. Quando você aprende uma nova atividade ou enfrenta um desafio intelectual, utiliza noventa por cento da força de seu cérebro, quando realiza atividades repetitivas usa apenas cinco por cento”(SHINYASHIKI,2002,p.49)
Os assassinos da criatividade nas criaças, que inibem: Vigilância, avaliação, competição, controle excessivo, restrições de escolas, pressões.
TCC apresentado para o curso de Pedagogia por Angela Paolin Tancon em jul/2004
domingo, 23 de agosto de 2009
Conselho de Classe Participativo
Final de bimestre, é hora de fazer a avaliação do bimestre, onde estamos acertando e identificar as dificuldades e problemas, para isto são convidados os alunos, professores e pais. Cada turma, junto com os seus professores, pais, professores regentes discutem como foi o aproveitamento.
Quase no final do bimestre, são feitos com os alunos avaliações, com a turma inteira, com alguns alunos, em forma de questionários como foi o aproveitamento, onde estão as dificuldades e o que poderia ser melhorado.
Durante o conselho de classe, são passados para os alunos o conteúdo estudado, feito pelos professores, o resultado das avaliações feito com os alunos e no final é dado a palavra para os professores, os alunos e também para os pais, um parecer importante, onde às vezes os depoimentos são emocionantes e marcam bastante.
O importante aqui, é que os alunos são bastante críticos em relação aos deveres que não foram cumpridos, como por exemplo: Dar atenção às explicações, realizar as atividades em classe, tarefas de casa. Os professores também expressam o que desejam da classe para o próximo bimestre, colocando suas queixas, elogios, incentivando, esclarecendo os pontos em que os alunos manifestaram dúvidas e insatisfações e se dispondo a auxiliar aqueles que apresentam dificuldades.
Assim encerramos o bimestre na expectativa de que essa inovação seja um caminho seguro para melhorar o dialogo pedagógico entre alunos, professores, pais, isso é que nos impulsiona para tentar acertar.
Ângela Paolin Tancon
Assit. Tec. Pedagógico
domingo, 9 de agosto de 2009
Dislexia
Dislexia
Dislexia é a dificuldade que a pessoa tem para ler, escrever, enfim para o aprendizado. È muito comum, mais do que imaginamos, 5 a 17% da população tem dislexia, não é doença, é hereditário, é um problema no lobo temporal, que é responsável pela área da linguagem, é mais ou menos assim: o cérebro recebe um código e pode devolver outro. O aluno no caso, tem problemas para ler, escrever, interpretar textos e memorizar. Uma criança disléxica, será sempre uma criança disléxica.
È importante ressaltar que uma criança disléxica não deve ser confundida como preguiçosa ou indisciplinada. Muitas crianças disléxicas apresentam um grau de inteligência normal ou até superior ao da maioria da população e quando identificado o problema a criança disléxica tem o direito de usar cadernos, livros, taboadas.
A ABD ( Associação Brasileira de Dislexia ) é o órgão que pode identificar a dislexia e pode fornecer laudo reconhecido pelo MEC, então a criança passa a ter proteção legal para o resto da vida. Alguns disléxicos conhecidos por nós: Thomas Edison, Tom Cruise, Walt Disney e Agatha Christie.
Mais informações no site da ABD, www.dislexia.org.br
Dislexia é a dificuldade que a pessoa tem para ler, escrever, enfim para o aprendizado. È muito comum, mais do que imaginamos, 5 a 17% da população tem dislexia, não é doença, é hereditário, é um problema no lobo temporal, que é responsável pela área da linguagem, é mais ou menos assim: o cérebro recebe um código e pode devolver outro. O aluno no caso, tem problemas para ler, escrever, interpretar textos e memorizar. Uma criança disléxica, será sempre uma criança disléxica.
È importante ressaltar que uma criança disléxica não deve ser confundida como preguiçosa ou indisciplinada. Muitas crianças disléxicas apresentam um grau de inteligência normal ou até superior ao da maioria da população e quando identificado o problema a criança disléxica tem o direito de usar cadernos, livros, taboadas.
A ABD ( Associação Brasileira de Dislexia ) é o órgão que pode identificar a dislexia e pode fornecer laudo reconhecido pelo MEC, então a criança passa a ter proteção legal para o resto da vida. Alguns disléxicos conhecidos por nós: Thomas Edison, Tom Cruise, Walt Disney e Agatha Christie.
Mais informações no site da ABD, www.dislexia.org.br
quinta-feira, 25 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
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