Sala de Informática da EEB Frei Policarpo a espera dos alunos
Primeiro dia de aulaMestres e Pupilos se reencontram
Primeiro dia de aula. Alunos ansiosos andam pelos corredores. Professores tentam demonstrar tranquilidade. O sinal ainda não bateu. Sorrisos e saudações entre mestres e pupilos dão uma amostra de que na escola, apesar das tensões eventualmente aflorarem, prevalece um ambiente amigo, cordial, camarada e muito propício ao ensino-aprendizagem. É perceptível que as pessoas, ainda que algumas com ressalvas, principalmente os alunos – que reclamam de levantar cedo, das tarefas que têm pela frente, de alguns professores com os quais não tem uma relação tão boa, entre outros temas que geram descontentamento – apreciam estar nestas salas, corredores, laboratórios, bibliotecas, quadras...O encontro marcado começa, ano após ano, com turmas que se renovam, é gente que vai e outros tantos que vem. Saudades de ambas as partes. Dos professores, além das boas memórias, das lições, dos conteúdos e dos momentos agradáveis. Ficam para os alunos o carinho, a preocupação, os conselhos. Mesmo entre os que são mais sérios, turrões, bravos ou tímidos demais para expressar esta afeição que o ambiente escolar propicia.Dos alunos, para os professores, dos mais aplicados aos mais quietinhos, daqueles que aprontam e dão muito trabalho aos que têm muita dificuldade, ficam tanto a devoção e a admiração – mesmo que entremeadas por situações de dificuldade, tensão e indisciplina – quanto o reconhecimento do esforço, a dedicação para aprender a vontade de vencer.É claro que no primeiro dia de aula ainda não é possível prever ou antecipar tudo que há pela frente. Não dá para saber ao certo quem é quem. Mesmo em relação aos alunos com os quais trabalhamos em anos anteriores, em outras etapas de sua formação. As férias podem ter mudado algo neles. Eles podem ter amadurecido, ou mesmo resolvido ficar um pouco mais travessos, brincalhões...A escola prevê, com os planos de ensino, aquilo que devemos, pretendemos e iremos lecionar. Em Matemática, História, Ciências, Português e todas as áreas do conhecimento, ficamos antevendo e explicando, no dia a dia das escolas, com a esperança de que, de algum modo, isso possa legar aos estudantes um futuro mais digno, glorioso, de conquistas e muitas alegrias.Por vezes nem nos damos conta de que os professores vão muito além das áreas do conhecimento, nas quais atuam como especialistas ou mesmo como generalistas (nas séries iniciais do ensino fundamental). Entramos na alma, deixamos, indelével, nossas marcas. E estas marcas podem ser profundas ou superficiais, mas estão lá. Assim como recebemos também, dos alunos, retornos que nos acompanham ao longo de nossas vidas. Alguns mais do que outros, sendo sempre lembrados, mas todos, de algum modo, passam a fazer parte de nossas trajetórias profissionais e pessoais.Ser professor nestes primeiros dias é assumir riscos e compromissos que duram não apenas um ou alguns anos letivos. Vai muito além disso. Relaciona-se à existência de todos e de cada um dos alunos em particular, seja porque lhes demos instrumentais com os quais irão poder pelejar na vida (e esperamos que com isso possam vencer) ou porque lhes demos a oportunidade de usufruir de nossas crenças, valores, ações e ética para que, de algum modo, sejam capazes de escolher os seus caminhos tendo outros referenciais.Educar é um ato de amor profundo. Ao educar salvamos vidas. Na escola, perseguimos não apenas conteúdos, mas dignidade, cidadania, ética e felicidade em cada aluno com o qual nos encontramos. Poético demais? Creio que não. A poesia não apenas ilumina a alma e dá força para lutarmos diariamente por um mundo melhor. É poderoso elemento que alimenta o sonho, permite e estimula o plano de vida e nos possibilita concretizar um amanhã realmente digno e feliz! Um ótimo retorno às aulas a todos!
Texto enviado via email para Angela Paolin Tancon da revista Profissão Mestre. Fev/2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Para o Professor
JORNAL VIRTUAL PROFISSĂO MESTREProfissăo Mestre – Ano 7 Nº 147 – 18/12/2009
Apresentamos neste último JV de 2009 o texto de Luiz Carlos Moreno, pedagogo, consultor de Educação e Recursos Humanos. Vamos a ele? Como posso ser feliz sendo professor?
O título deste artigo não é meu. É de inúmeros colegas professores que frequentemente manifestam através de suas angústias uma falta de entendimento do conceito de felicidade. Assim, refletindo e pesquisando sobre o tema, proponho algumas reflexões sobre o conceito – e também a prática. É possível aprender a ser bem-sucedido e feliz. Fortemente embasado no pensamento humanista, estipulo uma trajetória pelo presente, mas também pelo passado e pelas possibilidades do futuro, visto que as questões aqui abordadas são antigas e intrigantes:
O que é ter uma vida de sucesso?
Como aprender a viver?
Qual o sentido da vida?Grandes pensadores de diferentes escolas filosóficas ao longo dos tempos indicam caminhos aos que se aventurarem a afrontar as mesmas interrogações. Mas cabe uma observação em relação ao modo de vida grego antigo. O que parece interessante nos gregos é a ideia que define o que é a “vida boa” em oposição ao sucesso social, em que o objetivo da filosofia é o de ajudar os humanos a superar os medos. Onde: “filo” mais “sofia” é “amar a sabedoria”, a procura da serenidade está no sentido de ser livre na sua mente e também aberto aos outros, ser capaz de amar e superar os medos que nos impedem de viver. Pensemos sobre o homem contemporâneo e suas escolhas e novamente sobre o conceito de vida bem-sucedida que, parece, resume-se à satisfação material, ao sucesso social e à preocupação narcísea e ilimitada de poder.Os humanos contemporâneos precisam aprender a superar seus medos, aperfeiçoar sua busca e desenvolvimento espiritual, uma nova sabedoria fundada no amor como um dos elementos capaz de reconciliar o presente e ampliar o horizonte e seu pensamento.Então pulamos para o futuro e imaginamos que trocando de carro, casa, profissão, escola, parceiro (a), tudo vai ficar melhor. Em verdade, transportamos nossas preocupações e infelicidades conosco, e as coisas não se tornam melhores porque se trocou um Audi por um Mercedes.À força de viver no passado ou no futuro, perde-se de viver o único momento real, ou seja o presente, quando e onde podemos nos realizar através da paixão, da qualidade, do comprometimento com o que fazemos.Os medos se enraizam no passado e no futuro. Sábio é quem consegue, num mesmo movimento, viver no presente e viver com serenidade. No presente ele se desvencilha dos medos que habitam essas duas dimensões irreais do tempo, que são o passado e o futuro.Para viver bem, é preciso superar os medos e isso se chama sabedoria. “A coisa mais fácil do mundo é encontrar diferenças. Difícil é harmonizá-las.” Palavras do Dalai Lama, de quem também acrescento mais duas assertivas para concluir: “É indispensável fazer com que cada dia de nossa vida tenha um sentido.” E que nosso trabalho tenha um propósito dignificante para cada um de nós. “É sempre possível mudar. Mas vencer emoções e pensamentos negativos requer disciplina e tempo. Comece agora.” Texto de Luiz Carlos Moreno originalmente publicado na revista Profissão Mestre de março de 2009.
Artigo que recebo mensalmente via email da Revista Profissão Mestre.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Curso de Educação Fiscal -2009
Iniciamos este ano um curso a Distância de Educação Fiscal,para finalizarmos apresentamos um projeto, achei pertinente o tema já que estamos em falta disso, é um trabalho sobre ética.
Tema: Quero um Brasil Melhor..
2) Justificativa:
Pensando nisso nosso trabalho será com os alunos do ensino fundamental, pois acreditamos que ainda não estão contaminados com os vícios que afetam os adultos.
3) Objetivo Geral
- Conhecer todos os lugares onde a ética deve ser usada, tornando um elemento fundamental para nossa vida.
3.1) Objetivo Específico
- Estimular o uso da ética no dia a dia
4)Fundamentação teórica
Ética é uma característica humana e por esta razão é um elemento vital na produção da realidade social. Todos nós possuímos um senso ético, uma espécie de consciência moral, estamos constantemente avaliando, julgando nossas ações para saber se são boas ou más, certas ou erradas.
O Brasil tem potencial para ser totalmente organizado, mas ao invés disso está vivendo uma política corrupta, gente recebendo propina, divisão do país em raças e essa maldita herança do jeitinho brasileiro.
Mas ainda temos esperança de vê-lo ético, com caráter, onde as pessoas se sintam cidadãs.
5) Metodologia
- Passar um vídeo sobre ética para os alunos “ Uma pescaria inesquecível”
- Fazer uma enquete sobre o que entenderam por ética e exibi-lo numa reunião depais, professores e reunião pedagógica.
- Confecção de um mural sobre ética
6) Cronograma
Será trabalhado durante o ano de 2010
7) Referências Bibliográficas
Disponível em www.tpd2000.vilabol.uol.com.br – ÉTICA – acesso em 17/11/2009
Projeto apresentado pelas alunas: Angela Paolin Tancon e Fabiana L. Pamplona Theiss para o curso de Educação Fiscal realizado em novembro de 2009
Tema: Quero um Brasil Melhor..
2) Justificativa:
Pensando nisso nosso trabalho será com os alunos do ensino fundamental, pois acreditamos que ainda não estão contaminados com os vícios que afetam os adultos.
3) Objetivo Geral
- Conhecer todos os lugares onde a ética deve ser usada, tornando um elemento fundamental para nossa vida.
3.1) Objetivo Específico
- Estimular o uso da ética no dia a dia
4)Fundamentação teórica
Ética é uma característica humana e por esta razão é um elemento vital na produção da realidade social. Todos nós possuímos um senso ético, uma espécie de consciência moral, estamos constantemente avaliando, julgando nossas ações para saber se são boas ou más, certas ou erradas.
O Brasil tem potencial para ser totalmente organizado, mas ao invés disso está vivendo uma política corrupta, gente recebendo propina, divisão do país em raças e essa maldita herança do jeitinho brasileiro.
Mas ainda temos esperança de vê-lo ético, com caráter, onde as pessoas se sintam cidadãs.
5) Metodologia
- Passar um vídeo sobre ética para os alunos “ Uma pescaria inesquecível”
- Fazer uma enquete sobre o que entenderam por ética e exibi-lo numa reunião depais, professores e reunião pedagógica.
- Confecção de um mural sobre ética
6) Cronograma
Será trabalhado durante o ano de 2010
7) Referências Bibliográficas
Disponível em www.tpd2000.vilabol.uol.com.br – ÉTICA – acesso em 17/11/2009
Projeto apresentado pelas alunas: Angela Paolin Tancon e Fabiana L. Pamplona Theiss para o curso de Educação Fiscal realizado em novembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Os alunos do Ensino fundamental e a participação da familia nesse periodo
Os Alunos do Ensino Fundamental e a participação da família nesse período – suas implicações
Em pleno séxulo XXI precisamos recuperar urgentemente o papel da família, não podemos deixar que esqueçam que é da família a responsabilidade de orientar, proteger os filhos e também de acompanhá-los em sua jornada escolar. Existe à necessidade de estudarmos o assunto, pois tanto a escola como a família precisam saber que aluno/filho necessitam de um lugar agradável, seguro e para isso precisar se colocar lado a lado, deve haver cooperação, nunca discordar, criticar a escola, pois a criança se aproveita dessa divergência para conquistar o que é mais cômodo para ela, o afastamento da família do ambiente escolar, pois assim não será preciso que a criança assuma seu papel de aluno. Estamos assistindo hoje, transferências de funções, assim o resultado é que as escolas perdem seu foco principal e a família perde a sua função, se não tomarmos providências , podemos estar sendo cúmplices de um desastre. Conforme o livro de Dante Donatelli (acima) “a conjugação de trabalho fora de casa, vida em grandes centros urbanos, meios de comunicação de massa e exigüidade de tempo disponível para se aproximar dos filhos, deixou a família do pós-guerra um fardo bastante pesado de ser carregado por seus pares, conduziu a um lento e gradual distanciamento”.
Os pais desconhecem seus filhos, pois o tempo disponível gira em torno do trabalho, descanso, afazeres domésticos. A família hoje está muito frágil perante si mesma, não tolera mais nada.
Monografia apresentada para obtenção do título de Especialista em Psicopedagogia Institucional para Angela Paolin Tancon em 2007
Em pleno séxulo XXI precisamos recuperar urgentemente o papel da família, não podemos deixar que esqueçam que é da família a responsabilidade de orientar, proteger os filhos e também de acompanhá-los em sua jornada escolar. Existe à necessidade de estudarmos o assunto, pois tanto a escola como a família precisam saber que aluno/filho necessitam de um lugar agradável, seguro e para isso precisar se colocar lado a lado, deve haver cooperação, nunca discordar, criticar a escola, pois a criança se aproveita dessa divergência para conquistar o que é mais cômodo para ela, o afastamento da família do ambiente escolar, pois assim não será preciso que a criança assuma seu papel de aluno. Estamos assistindo hoje, transferências de funções, assim o resultado é que as escolas perdem seu foco principal e a família perde a sua função, se não tomarmos providências , podemos estar sendo cúmplices de um desastre. Conforme o livro de Dante Donatelli (acima) “a conjugação de trabalho fora de casa, vida em grandes centros urbanos, meios de comunicação de massa e exigüidade de tempo disponível para se aproximar dos filhos, deixou a família do pós-guerra um fardo bastante pesado de ser carregado por seus pares, conduziu a um lento e gradual distanciamento”.
Os pais desconhecem seus filhos, pois o tempo disponível gira em torno do trabalho, descanso, afazeres domésticos. A família hoje está muito frágil perante si mesma, não tolera mais nada.
Monografia apresentada para obtenção do título de Especialista em Psicopedagogia Institucional para Angela Paolin Tancon em 2007
A criatividade da criança no ambiente escolar
A criatividade da criança e o Ambiente Escolar
Pertencemos a uma sociedade que nos transmite desde cedo, que temos a necessidade de controlar emoções, esconder a curiosidade para evitar situações embaraçosas, criticamos nossas próprias idéias e que a inspiração e a criatividade estão presentes somente em algumas pessoas; isso despertou interesses em diversas áreas, mas numa delas nos chamou mais atenção, a escola que sempre deveria estar buscando, se dedicando ao novo, é o que permanece mais voltada ao passado, dessa forma então, como a escola pode incentivar as crianças a acreditar no seu potencial criativo, ou o ambiente escolar pode ser uma ameaça?
Na escola encontramos barreiras à criatividade através dos métodos e formas de ensinos utilizados, o desenvolvimento da criatividade, dependerá das mudanças de atitudes, tanto por parte dos professores como dos alunos, para que isso seja possível é preciso criar necessidades para o pensamento criativo, prever os períodos de incubação, de ativação, propiciar fontes geradoras de novas idéias, encorajar o pensamento do aluno até o fim, desenvolver a crítica e aquisição de conhecimentos em diversos campos.
“Muitas pessoas não aprendem e não crescem porque não querem pensar. Quanto mais nosso cérebro é exigido, mais poderoso fica, quanto menos exigido, mais preguiçoso. Por isso, os desafios são tão importantes. Quando você aprende uma nova atividade ou enfrenta um desafio intelectual, utiliza noventa por cento da força de seu cérebro, quando realiza atividades repetitivas usa apenas cinco por cento”(SHINYASHIKI,2002,p.49)
Os assassinos da criatividade nas criaças, que inibem: Vigilância, avaliação, competição, controle excessivo, restrições de escolas, pressões.
TCC apresentado para o curso de Pedagogia por Angela Paolin Tancon em jul/2004
Pertencemos a uma sociedade que nos transmite desde cedo, que temos a necessidade de controlar emoções, esconder a curiosidade para evitar situações embaraçosas, criticamos nossas próprias idéias e que a inspiração e a criatividade estão presentes somente em algumas pessoas; isso despertou interesses em diversas áreas, mas numa delas nos chamou mais atenção, a escola que sempre deveria estar buscando, se dedicando ao novo, é o que permanece mais voltada ao passado, dessa forma então, como a escola pode incentivar as crianças a acreditar no seu potencial criativo, ou o ambiente escolar pode ser uma ameaça?
Na escola encontramos barreiras à criatividade através dos métodos e formas de ensinos utilizados, o desenvolvimento da criatividade, dependerá das mudanças de atitudes, tanto por parte dos professores como dos alunos, para que isso seja possível é preciso criar necessidades para o pensamento criativo, prever os períodos de incubação, de ativação, propiciar fontes geradoras de novas idéias, encorajar o pensamento do aluno até o fim, desenvolver a crítica e aquisição de conhecimentos em diversos campos.
“Muitas pessoas não aprendem e não crescem porque não querem pensar. Quanto mais nosso cérebro é exigido, mais poderoso fica, quanto menos exigido, mais preguiçoso. Por isso, os desafios são tão importantes. Quando você aprende uma nova atividade ou enfrenta um desafio intelectual, utiliza noventa por cento da força de seu cérebro, quando realiza atividades repetitivas usa apenas cinco por cento”(SHINYASHIKI,2002,p.49)
Os assassinos da criatividade nas criaças, que inibem: Vigilância, avaliação, competição, controle excessivo, restrições de escolas, pressões.
TCC apresentado para o curso de Pedagogia por Angela Paolin Tancon em jul/2004
domingo, 23 de agosto de 2009
Conselho de Classe Participativo
Final de bimestre, é hora de fazer a avaliação do bimestre, onde estamos acertando e identificar as dificuldades e problemas, para isto são convidados os alunos, professores e pais. Cada turma, junto com os seus professores, pais, professores regentes discutem como foi o aproveitamento.
Quase no final do bimestre, são feitos com os alunos avaliações, com a turma inteira, com alguns alunos, em forma de questionários como foi o aproveitamento, onde estão as dificuldades e o que poderia ser melhorado.
Durante o conselho de classe, são passados para os alunos o conteúdo estudado, feito pelos professores, o resultado das avaliações feito com os alunos e no final é dado a palavra para os professores, os alunos e também para os pais, um parecer importante, onde às vezes os depoimentos são emocionantes e marcam bastante.
O importante aqui, é que os alunos são bastante críticos em relação aos deveres que não foram cumpridos, como por exemplo: Dar atenção às explicações, realizar as atividades em classe, tarefas de casa. Os professores também expressam o que desejam da classe para o próximo bimestre, colocando suas queixas, elogios, incentivando, esclarecendo os pontos em que os alunos manifestaram dúvidas e insatisfações e se dispondo a auxiliar aqueles que apresentam dificuldades.
Assim encerramos o bimestre na expectativa de que essa inovação seja um caminho seguro para melhorar o dialogo pedagógico entre alunos, professores, pais, isso é que nos impulsiona para tentar acertar.
Ângela Paolin Tancon
Assit. Tec. Pedagógico
domingo, 9 de agosto de 2009
Dislexia
Dislexia
Dislexia é a dificuldade que a pessoa tem para ler, escrever, enfim para o aprendizado. È muito comum, mais do que imaginamos, 5 a 17% da população tem dislexia, não é doença, é hereditário, é um problema no lobo temporal, que é responsável pela área da linguagem, é mais ou menos assim: o cérebro recebe um código e pode devolver outro. O aluno no caso, tem problemas para ler, escrever, interpretar textos e memorizar. Uma criança disléxica, será sempre uma criança disléxica.
È importante ressaltar que uma criança disléxica não deve ser confundida como preguiçosa ou indisciplinada. Muitas crianças disléxicas apresentam um grau de inteligência normal ou até superior ao da maioria da população e quando identificado o problema a criança disléxica tem o direito de usar cadernos, livros, taboadas.
A ABD ( Associação Brasileira de Dislexia ) é o órgão que pode identificar a dislexia e pode fornecer laudo reconhecido pelo MEC, então a criança passa a ter proteção legal para o resto da vida. Alguns disléxicos conhecidos por nós: Thomas Edison, Tom Cruise, Walt Disney e Agatha Christie.
Mais informações no site da ABD, www.dislexia.org.br
Dislexia é a dificuldade que a pessoa tem para ler, escrever, enfim para o aprendizado. È muito comum, mais do que imaginamos, 5 a 17% da população tem dislexia, não é doença, é hereditário, é um problema no lobo temporal, que é responsável pela área da linguagem, é mais ou menos assim: o cérebro recebe um código e pode devolver outro. O aluno no caso, tem problemas para ler, escrever, interpretar textos e memorizar. Uma criança disléxica, será sempre uma criança disléxica.
È importante ressaltar que uma criança disléxica não deve ser confundida como preguiçosa ou indisciplinada. Muitas crianças disléxicas apresentam um grau de inteligência normal ou até superior ao da maioria da população e quando identificado o problema a criança disléxica tem o direito de usar cadernos, livros, taboadas.
A ABD ( Associação Brasileira de Dislexia ) é o órgão que pode identificar a dislexia e pode fornecer laudo reconhecido pelo MEC, então a criança passa a ter proteção legal para o resto da vida. Alguns disléxicos conhecidos por nós: Thomas Edison, Tom Cruise, Walt Disney e Agatha Christie.
Mais informações no site da ABD, www.dislexia.org.br
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